• “Bem-aventurados os Pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra. "

  • "Não julgueis para não serdes julgados. Pois com o julgamento com que julgais sereis julgados, e com a medida com que medis sereis medidos."

  • "Ponha-te de acordo, sem demora, com teu adversário, enquanto estas com ele a caminho, para que não suceda que te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao seu ministro e seja posto no cárcere. Em verdade te digo, que dali não sairás antes de teres pago o último centavo."

  • "Quem diz que a vida só trás desilusão, é porque nunca fez nada a não ser se iludir"

  • "Tudo é amor. Até o ódio, o qual julgas ser a antítese do amor, nada mais é senão o próprio amor que adoeceu gravemente"

  • "O homem é assim o árbitro constante de sua própria sorte. Ele pode aliviar o seu suplício ou prolongá-lo indefinidamente. Sua felicidade ou sua desgraça dependem da sua vontade de fazer o bem."

  • "Honrar o pai e a mãe não é somente respeitá-los, mas também assisti-los nas suas necessidades; proporcionar-lhes o repouso na velhice; cercá-los de solicitude, como eles fizeram por nós na infância."

Nunca foi tão necessário mergulhar em Kardec.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

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Wellington Balbo – Salvador BA.

Allan Kardec foi, com justiça, considerado um homem ponderado. Logo de cara, no início do regulamento da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, deixou clara a proibição da discussão de temas que poderiam suscitar paixões avassaladoras e brigas como as que vemos hoje em nosso movimento espírita. Diria que nos “odiamos” fraternalmente, tudo regado aos clichês de muita paz e beijos de luz.

Quais temas: política, economia e religião.

Abro um parêntese aqui para alguns comentários. Depois retornaremos ao assunto principal do texto.

Penso que podemos e devemos debater qualquer assunto, contudo ainda não estamos acostumados a sermos contrariados.

Quando divergem de nós logo consideramos tratar-se de um inimigo, de alguém que quer nos abater.

Schopenhauer e Kardec.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Arthur Schopenhauer

Wellington Balbo – Salvador BA

Artigo reproduzido pelo jornal Momento Espírita, do CEAC Bauru SP.

Gosto muito do filósofo alemão Schopenhauer (1788 – 1860). Ele é direto, objetivo e sem firulas. Um pensador vigoroso e profundo. Na coletânea – a Arte de escrever –  com textos do filósofo pessimista, há interessantes ideias bem traçadas pelo alemão.

Para Schopenhauer é a vontade o motor do mundo. E o homem está sempre refém das suas vontades, desde as mais simples até as mais sofisticadas.

Saciada uma vontade, logo vem o tédio e, por consequência, o desenho de uma nova vontade. Sendo a vontade o móvel principal da ação humana, está escrita uma ciranda: vontade, busca para saciá-la, saciedade e desenho de uma nova vontade, numa insatisfação eterna.

Portanto, para Schopenhauer, viver é sofrer, pois a satisfação nunca chega e as vontades jamais cessam.

Mas não é este o aspecto da literatura de Schopenhauer que queremos exaltar. Há coisas, digamos, mais “pra frentex” que ele escreveu.

Cenário de conflitos

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Conflitos

 Orson Peter Carrara

Há um paradoxo na vida humana. Habitando um planeta lindo, de paisagens exuberantes, desfrutando de benefícios imensos como a água, o ar e a chuva, a beleza incomparável da fauna e flora variadíssima, e mesmo com toda tecnologia que já conquistamos, ainda vivemos um cenário de conflitos. Dominado pela avareza, a ganância, as intrigas e seus desdobramentos.

Mesmo com o canto dos pássaros, o sorriso das crianças, as artes que nos encantam e todas as possibilidades ao nosso alcance pelos sentidos, e repito, com todo o conforto trazido pelos avanços da ciência em todos os ramos do conhecimento e pesquisa, ainda vivemos os bastidores da calúnia, do crime, da hipocrisia, dos desrespeitos variados que aí estão, sem qualquer necessidade de citá-los, pois que muito conhecidos e vividos em abundância.

Sem se iludir

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Ilusão

Orson Peter Carrara

Para todos nós que buscamos periodicamente os recursos dos tratamentos espirituais, em qualquer crença – na forma de entender e praticar de cada um, o que naturalmente deve ser profundamente respeitado –, é preciso entender que há um detalhe fundamental na questão: os recursos existem, são reais, podem até curar, mas necessitam da ativa participação do paciente, especialmente por meio da vontade, do querer, do esforço por melhorar-se.

Sejam benzimentos, passes ou outros recursos, a participação do beneficiado é decisiva.

Vejamos, por exemplo, os passes – prática comum nos centros espíritas – normalmente buscado por muitas pessoas.

Passe é terapia de superfície, alívio momentâneo e até duradouro, mas não definitivo. Pode até curar, pode ou não atingir as causas, pois em muitos casos de fé positiva e merecimento consiga operar curas de enfermidades graves.

Tatuagens

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Tatuagem

 

Wellington Balbo – SAlvador/BA

Dúvidas sobre tatuagem. Podemos fazê-las? Como funciona no mundo dos Espíritos?

Faz algum tempo que recebi, por e-mail, uma dúvida provinda de uma frequentadora de um dos centros espíritas da capital baiana. Dúvida, aliás, sobre um tema que ainda gera um bocado de controvérsias não apenas no movimento espírita mas, também, no seio de outras religiões.

E este tema é tatuagem.

Fazer ou não fazer, eis a questão.

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