Falsa noção

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Dupla Personalidade

Orson Peter Carrara

Trago aos leitores página preciosa do estudioso Deolindo Amorim (1906 – 1984), que foi jornalista, sociólogo, publicitário e escritor, nascido na Bahia. Pelo oportunismo do texto, bem adequado aos dias que vivemos, no quais muitos nos escondemos em diferentes máscaras e diante da crise moral que se abate sobre o País, sempre é bom refletir sobre essas questões. Peço ao leitor atenta leitura, embora a transcrição abaixo seja parcial:

(…) muita gente pensa que ser humilde é não ter personalidade. O próprio Cristo, que foi o Cristo, o bom, o justo por excelência, não abriu mão de Suas ideias, não recuou diante das dificuldades… se Ele não tivesse personalidade, naturalmente ficaria acomodado à situação e não teria suportado o que suportou em defesa do ideal que O iluminava. No entender de muitas pessoas, o que, aliás, está muito errado, ser humilde é dizer amém a tudo, é ficar bem com todos, ainda que tenha de sacrificar as mais fortes razões da consciência. Não foi isto o que o Cristo ensinou. Nem foi isto o que Ele praticou.

DESESPERO

por Valdenir em . Publicado em Mensagens - Emmanuel.

Desespero

Pelo Espírito Emmanuel.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Hoje. Lição nº 12. Página 61.

 

Provocações e problemas, habitualmente, são testes de resistência, necessários à evolução e aprimoramento da própria vida.

A paciência é a escora íntima que auxilia a criatura a atravessá-los com o proveito devido.

O desespero, entretanto, é a sobretaxa de sofrimento que a pessoa impõe a si mesma, complicando todos os processos de apoio que conduziriam à tranqüilidade e ao refazimento.

O desespero é comparável a certo tipo de alucinação, estabelecendo as maiores dificuldades para aqueles que o hospedam na própria alma.

Em conflitos domésticos, inspira as vítimas dela a pronunciar frases inoportunas, muitas vezes separando os entes amados, ao invés de uni-los.

Nos eventos sociais que demandam prudência e serenidade, suscita a requisição de medidas que prejudicariam a vida comunitária se fossem postas em prática no imediatismo com que são exigidas.

Nas reivindicações justas, costuma antecipar declarações e provocar acontecimentos que lhes caberiam atingir.

Nas moléstias do corpo físico, por vezes encoraja o desrespeito pela dosagem dos medicamentos, no doente que precisa da disciplina, em favor da própria cura.

Disse Jesus: “Bem aventurados os aflitos porque serão consolados,” mas urge reconhecer que os aflitos inconformados, sempre acomodados com o desespero, acima de tudo, são enfermos que se candidatam a socorro e medicação.

RIDÍCULO E SILÊNCIO

por Valdenir em . Publicado em Mensagens - Emmanuel.

Calúnia

Pelo Espírito Emmanuel.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Coletânea do Além. Lição nº 36. Página 89.

 

Há muitas espécies de provação para a dignidade pessoal e numerosos gêneros de defesa.

Há feridas que atingem a honorabilidade de família, golpes que vibram sobre a realização individual, calúnias que envolvem o nome, acusações gratuitas, comentários desairosos à reputação, análises mentirosas de situações respeitáveis e escândalos do ridículo.

Na maioria das experiências dessa natureza, o ruído é justo e a retificação adequada.

Nas contrariedades familiares, é fácil estabelecer programas novos e corrigir normas de conduta.

Na perseguição ao trabalho honroso, basta recorrer aos frutos substanciosos e ricos da obra realizada.

Na calúnia, socorre-se o homem reto do esclarecimento natural.

Seja por omissão ou por ação

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Bem e Mal

Orson Peter Carrara

Sobre a atualidade do Brasil, em situações que todos estamos incluídos, seja por omissão ou por ação, pensemos juntos:

a) A moral é a regra para se conduzir bem, quer dizer, a distinção entre o bem e o mal (…) O homem se conduz bem quando faz tudo em vista e para o bem de todos, porque, então, ele observa a Lei de Deus.

b) O bem é tudo aquilo que está conforme a lei de Deus e o mal tudo aquilo que dela se afasta (…)

c) (…) O mal depende da vontade. Pois bem! O homem é mais culpável, à medida que sabe melhor o que faz.

d) O mal recai sobre aquele que lhe é causa. Assim, o homem que é conduzido ao mal pela posição que lhe é dada pelos seus semelhantes, é menos culpável que aqueles que lhe são a causa, porque cada um carregará a pena, não somente do mal que haja feito, mas do que haja provocado.

Contatos

  • Rua Tomáz Antonio Gonzaga, 305
    Bairro São José - Pouso Alegre - MG
  • (35) 99220 - 8388