Richard Simonetti de Bauru!

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

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Wellington Balbo

Dias atrás Bauru “perdeu” o seu maior escritor, Richard Simonetti que partiu alguns dias antes de completar 83 anos. Pouca gente foi tão ativa na divulgação do nome de Bauru como Richard.

Nas viagens que realizo em palestras espíritas, quando me recebem, os anfitriões perguntam:

Vem de onde, rapaz? Venho de Bauru. Então, eles completam: Ah, Bauru, terra de Richard Simonetti. Recentemente estive na cidade de Lisboa e arredores em eventos espíritas e, num dos locais, em Algés, eis que vejo uma estante apenas com livros de Richard Simonetti. Lá estava Bauru, do outro lado do Atlântico, representada pelo escritor que já teve muitas de suas mais de 60 obras traduzidas para diversos idiomas. Um autêntico divulgador de nossa cidade e, melhor, de forma positiva.

Russell Crowe

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Pais filhas

Orson Peter Carrara

O excelente ator cujo nome intitula o presente artigo é também produtor de cinema neozelandês. Depois do sucesso inicial na Austrália, onde sua família mora desde sua infância, tornou-se um ator de Hollywood no meio da década de 1990; ele ganhou o Oscar de Melhor Ator em 2001 por Gladiador, talvez um de seus mais famosos filmes. Mas são ótimos os filmes onde seu nome aparece como Uma mente brilhante e Os miseráveis, entre outros.

Pois pude ver também o belíssimo filme Pais e filhas, lançado no Brasil em 2016. Uma produção sensível, envolvendo sentimentos e conflitos familiares. Na sinopse da produção vamos encontrar que um novelista mentalmente instável tenta criar sozinho a filha de cinco anos. Vinte anos depois, a garota cuida de crianças com problemas psicológicos e ainda tenta entender sua complicada infância. Mas o filme traz muito mais que isso e faz pensar nos dramas humanos, nas instabilidades emocionais a que nos sujeitamos e os desdobramentos na vida adulta, especialmente quando os dramas são vivenciados na infância, como é o caso da personagem que viveu a morte da mãe e algum tempo depois também a do pai, que igualmente enfrentava suas próprias dificuldades.

RIDÍCULO E SILÊNCIO

por Valdenir em . Publicado em Mensagens - Emmanuel.

Silêncio

Pelo Espírito Emmanuel.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Coletânea do Além. Lição nº 36. Página 89.

Há muitas espécies de provação para a dignidade pessoal e numerosos gêneros de defesa.

Há feridas que atingem a honorabilidade de família, golpes que vibram sobre a realização individual, calúnias que envolvem o nome, acusações gratuitas, comentários desairosos à reputação, análises mentirosas de situações respeitáveis e escândalos do ridículo.

Na maioria das experiências dessa natureza, o ruído é justo e a retificação adequada.

Nas contrariedades familiares, é fácil estabelecer programas novos e corrigir normas de conduta.

Na perseguição ao trabalho honroso, basta recorrer aos frutos substanciosos e ricos da obra realizada.

Na calúnia, socorre-se o homem reto do esclarecimento natural.

Nas acusações gratuitas, a verdade simples responde pelos acusados aos perseguidores cruéis.

Nos falatórios da rua, a realidade modifica a opinião popular.

ELEIÇÃO E ESCOLHA

por Valdenir em . Publicado em Mensagens - Emmanuel.

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Pelo Espírito Emmanuel.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Harmonização. Lição nº 02. Página 18.

 

Em todos os lugares, surgem os chamados ao aperfeiçoamento, mas, em toda a parte, há poucos escolhidos porque raros se elegem.

O Mestre Divino não destaca os discípulos, à maneira dos ditadores terrestres que condecoram afeiçoados, segundo o capricho que lhes é próprio.

Recebe nas culminâncias da virtude e do serviço aqueles que souberam escalar a montanha do esforço individual do bem.

Semelhante critério é idêntico ao que adotamos na lide comum para assinalar os colaboradores necessários ao trabalho que pretendemos realizar.

Num escritório, não aceitamos auxiliares que se afastem do alfabeto.

Num campo de serviço agrícola, não aceitamos a cooperação daqueles que menosprezam a enxada.

Num templo religioso, não compreendemos o concurso de quem renega a fé e a esperança.

Num hospital, não entendemos a presença de enfermeiros que detestam doentes.

Demonstra-nos a lógica que o homem, pela boa vontade e pelo sacrifício no dever rigorosamente cumprido, cresce sobre a multidão e se mostra digno de tarefa sempre mais nobres.

Se desejas, desse modo, penetrar o colégio dos escolhidos de Jesus, começa hoje o teu ministério de aplicação à prática viva dos seus ensinamentos.

Indiscutivelmente, o Senhor escolherá o teu coração para brilhar no banquete da fraternidade e da luz, da revelação e da graça, mas, antes disso, é imprescindível que te faças eleito por ti mesmo, elevando a tua alma, acima do nivelamento em que se irmanam a ignorância e a ociosidade, na terra seca ou enfermiça do menor esforço.

 

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