Por que lamentar-se?

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Lamentação

Orson Peter Carrara

Deus criou o homem ativo, inteligente e livre,

E o fez artífice de seu próprio destino.

Abriu diante dele dois caminhos que pode seguir:

Um vai para o mal e o outro para o bem.

O primeiro dos dois é doce em aparência;

Para segui-lo não é preciso nenhum penoso esforço:

Sem estudo nem cuidados, viver na indolência,

Aos seus instintos brutais deixar um livre vôo,

Eis tudo o que é preciso.

Generosa ideia

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Café Suspenso

Orson Peter Carrara

A ideia exposta na história abaixo é muito generosa e enquadra-se perfeitamente nos princípios da solidariedade. Começou em Nápoles e se espalhou pelo mundo todo. E o Brasil absorve bem a iniciativa? Funcionaria aqui? Fiz um teste um dia desses com um amigo numa lanchonete, sem ele saber, e depois perguntei. Deu certo, o funcionário foi honesto.

Trata-se do “Café suspenso”. Veja a história já bem conhecida:

Dois amigos entram num café, e enquanto se aproximam das suas mesas, duas pessoas dirigem-se ao balcão, “Cinco cafés, por favor. Dois deles para nós e três suspensos.” Elas pagam os cinco cafés, levam dois e saem. “O que são esses cafés suspensos?”, pergunta um dos amigos. “Espera, já verás.”, responde o outro.

Furto legal

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Do-Calvario-ao-Infinito

Orson Peter Carrara

A expressão que usamos como título parece incoerente, mas é verdadeira: há um furto permitido por lei, com testemunhas inclusive. É um furto legalizado, no bom sentido da palavra. Nestes tempos bicudos de tensão, correria e preocupações, o texto abaixo, poético, real e suave, auxilia a dar uma trégua nas neuroses do cotidiano. Acompanhe comigo:

“(…) Há um furto legal permitido por Deus, pelas diversas religiões do globo e por todos os Códigos dos países cultos ou bárbaros: – consiste em ir alguém a um lar venturoso, cobiçar um dos seus mais belos ornamentos e usurpá-lo, com o assentimento dos lídimos possuidores, contentes ou constrangidos. Chama-se casamento. É como se alguém entrasse num jardim florido e colhesse o mais precioso espécime, o que mais o deslumbrara, à vista do seu cultivador que, às vezes, não contém as lágrimas… Acho-me na situação desse egoísta, apreciador dos tesouros alheios, amigo… Observo a dita mais perfeita no vosso lar abençoado e venho roubar-vo-la em parte, ou antes, desejo transplantar para o meu, deserto e entristecido, por falta de um arcanjo doméstico, uma centelha de alegria, de felicidade, de luz espiritualizante, que as há em abundância no vosso: quero enfim, meu amigo, permitais a aliança nupcial de Sônia com o meu Henrique… (…)”.

Brilhemos!

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Deus2

Orson Peter Carrara

Na anunciada renovação de ânimos e de novos rumos, trazida com a mudança de calendário no findar e início de cada ano – onde planejamos e revemos ações alimentando o desejo de melhora –, nada mais justo que procurar uma bela inspiração que nos ajude nisso. Afinal trocamos votos de harmonia e paz, confraternizamos e realmente queremos que o ano novo apresente mudanças positivas. Como dispensamos a ilusão do acaso, tendo consciência que a mudança começa em nós mesmos, firmemos referido ideal em algo concreto.

O título usado na presente abordagem não possui qualquer sentido de vaidade ou prepotência, como alguns podem supor, mas indica um caminho para o qual convido o leitor trilhar comigo num raciocínio lógico e bastante convidativo:

A morte dói?

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Morte

Autor: Orson Peter Carrara

Quando morre alguém, sentimo-nos todos tomados por um sentimento de perda e dor. É natural, gostamos da pessoa e desejamos que continue vivendo conosco. Mas, a morte é a única certeza da vida e está enquadrada nos acontecimentos normais da existência de todo mundo. A todo instante, partem jovens e velhos, sadios e enfermos…

E muitos perguntam, talvez temerosos do momento em que também enfrentarão a circunstância e acerto de contas com D. Morte: ela dói? O que ensinam os espíritos a respeito?

Em O Livro dos Espíritos, há um capítulo inteiro sobre o assunto: é o III, do livro segundo, com o título Retorno da vida corpórea à vida espiritual. As questões 149 a 165 esclarecem o assunto. Para não ficarmos em simples transcrição das respostas dadas pelos espíritos, fizemos breve resumo de forma didática para melhor entendimento do assunto. Mas remetemos o leitor à pesquisa direta às questões citadas.

Largo Equívoco

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Equívoco

Orson Peter Carrara

Os comportamentos lamentáveis que povoam a mídia nacional, diariamente, decorrentes de atos indecorosos – bem distantes da dignidade que deve nos caracterizar como seres humanos racionais –, onde se incluem a violência em larga escala, as extorsões de todo tipo, a corrupção e seus infelizes desdobramentos, com total descaso pelos autênticos valores da vida humana, traduzem um largo equívoco de uma mentalidade coletiva construída e incentivada pelo materialismo, pelo egoísmo, pela vaidade ou pela ganância.

Indiferença, omissão, ganância, sedução pelo poder e escravidão à posse, com total alheamento às mínimas noções do dever – aí incluídos os deveres inclusive com a pátria, com o semelhante, com a vida, com o cargo, autoridade ou atribuição que se está investido – significa em última análise plantio de aflições para o futuro, cuja colheita é absolutamente obrigatória.

Os velhos ditados e ensinos sobre semeadura e colheita não são apenas poéticos. Refletem a realidade da lei que rege a vida e que outra não é senão a Lei de Amor.

Consultório Inadequado

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Consultas

 Orson Peter Carrara

 Às vezes perguntam-me: “Posso localizar um parente desaparecido, perguntar sobre uma cirurgia, perguntar sobre fortunas e até mesmo saber onde está uma pessoa seqüestrada?” Perguntam-me, com a intenção de dirigir o questionamento aos espíritos. Querem saber se os espíritos respondem sobre documentos perdidos, se dão palpites sobre casamentos, e pasmem, se já sabem o resultado de jogos e loterias, se não poderiam dar palpites nesta área e até se não podem comparecer para assinar documentos que deveriam ter assinado antes da partida…

Bom, tais perguntas denotam bem o completo desconhecimento sobre o que, quem são os espíritos, onde estão, o que fazem, como vivem.

Um dia desses, vivi a situação de saber que uma família que tem um filho desaparecido, procurar um Centro Espírita e receber a informação de que ele já se encontra desencarnado, ou na linguagem popular, que já morreu.

Vínculos que formam um espetáculo

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Família2

Orson Peter Carrara

 Uma agradável festa de casamento trouxe reflexões importantes em data recente. Os vínculos familiares, as lembranças que saltam incontroláveis e mesmo o ambiente emotivo – próprio da ocasião –, levam às emoções.

Misturam-se as gerações, encontram-se e integram-se as famílias; os mais veteranos recordam, assustam-se com os novos que o tempo transformou em adultos. Curioso porque, ao mesmo tempo, os mais novatos (e aqui refiro-me às crianças mesmo) promovem o espetáculo da vida humana que se renova todo dia. Muitos estão ausentes, ou já se foram – gerando intensas saudades; outros trazem consigo os laços de futuras famílias que começam a se esboçar nos jovens casais de namorados.

Depois os abraços, as recordações, a visão de como o tempo passou. E, por mais paradoxal que possa parecer, também o futuro vivo mostrando-se com toda sua força e potencialidade. Que coisa linda é a vida! Que espetáculo de alegria e amor!

Nem anuladas, nem simplificadas

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Espiritismo-e-Educação

 Orson Peter Carrara

             O dinâmico processo de viver, aprender, progredir e especialmente aprimorar-se no intelecto e na moralidade, estabeleceu valiosas experiências nos relacionamentos com terceiros e, claro, consigo mesmo, na individualidade. Afinal, o amadurecimento psicológico-emocional é fator preponderante para o equilíbrio diante dos gigantescos desafios de viver em harmonia. Especialmente se pensarmos na velha questão do auto encontro, pois que muitos de nós nos esmeramos em diversas atividades para além da própria intimidade, auxiliando muita gente, distribuindo conhecimento, e nos esquecemos de auxiliar a nós mesmos.

A maior tarefa é da auto educação, do auto aprimoramento. Somos pródigos no aconselhamento para terceiros e nos debatemos em aflições quando as adversidades nos atingem diretamente, esquecendo-nos de que o que falamos deveríamos usar primeiro em favor próprio, equilibrando as próprias emoções.

A luz em nossas vidas

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Luz

Orson Peter Carrara

 Pela oportunidade e qualidade do texto, transcrevo integralmente ao leitor página do site www.momento.com.br com o mesmo título aqui usado. Vejam que notável:

 

Foi um sonho, há muito tempo acalentado, esse de o homem poder viver num ambiente iluminado.

Em 1828, Thomas Alva Edison conseguiu, pela primeira vez, a lâmpada elétrica de filamento.

A partir desse momento, tudo se modificou na sociedade. Cinquenta anos depois, Joseph Swan patenteou a lâmpada incandescente, que passou a ser industrializada.

É inconcebível hoje, para nossa mentalidade, um mundo sem luz elétrica. Ficamos a pensar no que seria uma casa iluminada por tochas, por candelabros, por velas.

Pode ser muito romântico um jantar à luz de velas. Contudo, viver uma vida inteira tendo que ler, fazer os serviços domésticos, tratar de doentes, costurar utilizando-se de velas, de tochas, de lampiões, de lamparinas… Inconcebível!

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