Médiuns não são adivinhos.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

mediuns

Wellington Balbo – Salvador BA.

 Em artigo na Revista Espírita, janeiro de 1858, intitulado “Médiuns julgados” Kardec ensina que os médiuns não são adivinhos, mas intérpretes das inteligências do outro mundo.

Logo, o médium sozinho nada produz, pois precisa do concurso dos Espíritos.

Kardec aborda o tema por conta de um teste que acadêmicos fizeram com médiuns para que adivinhassem o que estava escrito numa carta ou lessem algo num livro fechado.

O prêmio de 500 dólares ou 2.500 francos seria dado ao médium que acertasse as respostas.

Médium não é adivinho, mas intermediário dos Espíritos. Os Espíritos, por sua vez, não são fantoches, têm vontade própria e não se sujeitam a este ou aquele capricho, ao contrário, os Espíritos sérios afastam-se de quem age com interesse pecuniário ou por mera curiosidade, no intuito de colocá-los à prova.

Quando o magnetizador não estiver bem melhor abster-se do trabalho.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Magnetismo 2

Wellington Balbo – Salvador BA

É muito comum escutar que os Espíritos farão de tudo e que a nós, encarnados, cabe apenas confiar. Alguns mais crédulos chegam a colocar, se assim podemos dizer, poderes especiais nas mãos dos Espíritos, como se os invisíveis fossem acertar todas as coisas do mundo num toque de mágica, ou, melhor, num toque do além.

Este tipo de ideia tem inúmeros inconvenientes. Livrar os encarnados do trabalho é um deles, pois é por meio do trabalho que progredimos. Outro inconveniente é a acomodação por parte dos encarnados que, ao imaginarem serem os Espíritos responsáveis por tudo, esquecem a ideia da própria capacitação para executar algumas tarefas.

Como serei um bom pai se não me capacito para isto?

Apliquei a ideia de Kardec. A priori, parecer ter dado certo.

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Magnetismo

Wellington Balbo – Salvador BA

Desde que o mundo é mundo que o homem preocupa-se com sua saúde física. Com Allan Kardec não foi diferente, ele também ocupou-se das curas físicas, mas com enfoque diferente da medicina oficial, que trata apenas a matéria.

Kardec foi a fundo na essência e pesquisou meios de se curar o Espírito, sede das enfermidades que trazem sofrimento ao corpo.

Na Revista Espírita do ano de 1867, mês de junho, no texto Grupo Curador de Marmande, Kardec traz relatos impressionantes de curas efetuadas pelo grupo dirigido pelo Sr. Dombre, que por meio da aplicação de passes, moralização de obsessores e exercício persistente da caridade promoveram curas excepcionais.

Desbravador baiano

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Telles

Wellington Balbo – Salvador BA.

 Publicação original na Revista Digital Integração, disponível em: http://useregionalsp.org.br/rdi/10-revista-digital-integracao-julho-agosto-2017.pdf

 

Ano de 2017, século XXI e a imprensa espírita goza de grande saúde, liberdade e um vasto campo para suas publicações.

Têm jornais espíritas impressos e virtuais para todos os gostos: há jornais que, aliás, especializaram-se em determinados assuntos. Abordam apenas questões pertinentes ao espiritismo científico, outras publicações tocam na temática do magnetismo e outras, ainda, são dirigidas a quem gosta de mensagens.

Impossível, portanto, colocar em estatísticas quantos jornais e boletins espíritas temos hoje em circulação, isto sem contar as revistas e livros.

As colônias espirituais existem?

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Colônia

Wellington Balbo – Salvador BA

 Há no meio espírita muita controvérsia com relação às colônias espirituais. Debates acalorados são travados e, não raro, discussões que acabam por provocar animosidades acontecem por conta do assunto.

Alguns espíritas dizem que sim, as cidades espirituais existem.

Médiuns também corroboram com a tese. Há diversos livros psicografados pelos mais diferentes médiuns em que são relatadas cidades no mundo dos espíritos.

Aliás, médiuns em épocas mais recuadas do que o próprio Espiritismo já falavam das cidades espirituais.

Cidades semelhantes as da Terra, com prédios, móveis, objetos de todos os tipos.

Espiritismo neles!

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Kardec3

Wellington Balbo

 Uma religião deve ter como um de seus pilares o diálogo com seu tempo. Pouco aplicável no cotidiano  a religião quando sua conversa é estabelecida com o passado ou futuro.

O passado é a conversa com o que ficou para trás.

O futuro é a conversa com o que ainda virá.

Mas entre passado e futuro há o presente, o momento atual.

Eis, então, um enorme desafio para as religiões: conversar com o presente.

E o Espiritismo, como religião que é, e religião no sentido filosófico, de estabelecer a ligação ou religação entre o Homem e Deus, também deve dialogar com o presente.

Mais uma de Kardec…

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Tempo

Wellington Balbo – Salvador BA

 Na Revista Espírita de março de 1860, com o título “Cartas não assinadas”, Allan Kardec informa aos leitores que as cartas sem assinatura vão para o cesto, ou seja, não são publicadas, não recebem respostas e sequer são lidas.

Para o francês, ou informa quem é ou nada feito, sem meio termo. Assinala Kardec que em face dos inúmeros preconceitos vigentes na época e da dificuldade em assumir posições, ele só publica os nomes dos remetentes se for autorizado. Porém, para seu registro é fundamental as correspondências estarem assinadas.

Cuidado com sua língua… e o teclado também…

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Julgar

Wellington Balbo – Salvador BA.

 Vivemos atualmente tempos de julgamentos dos mais severos. Dirão alguns que já fomos piores, já julgamos mais e com mais severidade, o que quer dizer: estamos melhorando.

Penso, todavia, que a ideia de que já fomos piores faz-nos marcar passo na senda evolutiva porque é um convite a acomodação. Ora, se estamos melhores hoje não há razão para preocupações ou esforço para melhorar ainda mais.

Estamos melhores e isto é o que importa.

Contudo, não é bem assim…

Mas, vamos em frente…

Cartas psicografadas. Recados do Além…

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Psicografia 3

Wellington Balbo – Salvador BA.

 Confesso, caro leitor, que nunca me desceu muito bem esse movimento que há de alguns médiuns sobre cartas psicografadas de entes queridos. Sou definitivamente um cético quando o assunto é algo relacionado ao além. Preconceito de minha parte? Pode ser. Contudo, um dos centros em que trabalho aqui em Salvador promoveu este final de semana – 29/30 de abril  – um evento das chamadas cartas consoladoras. Convidado a trabalhar, compareci.

Fiquei na organização do salão onde o médium iria psicografar e, por isso, tive a chance de observar com um olhar mais analítico a chegada dos parentes em busca de um recado do ser amado. Muitas mães, pais, amigos, cônjuges… Posso dizer que o nome daquele salão era esperança…

Simplesmente Chico…

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Chico-Xavier-capa

Wellington Balbo – Salvador BA.

Artigo publicado no jornal Momento Espírita, do CEAC de Bauru SP.

 Francisco Cândido Xavier nasceu em Pedro Leopoldo, uma cidade encravada no interior de Minas Gerais em 02 de abril de 1910.

Desencarnou em 30 de junho de 2002, dia em que a seleção brasileira de futebol foi pentacampeã mundial.

Mais de 90 anos, portanto, de existência física que, diga-se, muito bem vivida.

Não tive o prazer de conhecer pessoalmente Chico Xavier, meu contato com o médium mineiro deu-se, sempre, pela sua literatura.

Mas, apesar de nunca ter recebido um abraço de Chico sentia-me e ainda me sinto seu amigo.

Penso que é assim com a maioria das pessoas. Chico extrapolou as barreiras da religião e tornou-se um amigo do mundo.

Aliás, almas como Chico Xavier desconhecem barreiras, muros, impedimentos, porquanto constroem pontes para que as pessoas venham até elas, ou melhor, almas como Chico vão até as pessoas, principalmente as que sofrem.

Eis sua maior alegria: reviver o evangelho e consolar os que choram.

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