Você é uma Boa Notícia em sua família?

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Família

Wellington Balbo – Salvador BA

Extraído do livro Ser feliz em família, de Wellington Balbo e Pedro Camilo.

Allan Kardec ensinou que “Fora da caridade” não há salvação. Pois bem, entenda-se salvação aqui não no sentido literal, mas como uma maneira leve de se viver, que permite a paz de consciência e fé no futuro. Logo, aquele que pratica a caridade está salvo, portanto, com sua consciência em paz, podendo, aliás, dormir o “sono dos justos”.

Mas, o que seria caridade, já que ela estende-se ao infinito e vai desde doar uma cesta básica ao necessitado até um simples e terno sorriso dirigido ao amigo aflito. E, mais: a quem praticar esta caridade para sermos salvos?

Encontramos belo e farto material pertinente a caridade em O Evangelho segundo o Espiritismo. Basicamente são duas formas de caridade: material e moral. A caridade material é a mais simples de ser feita, porém, não menos valorosa. Um dinheiro que ofertamos ao pedinte, uma carona a quem necessita, um lanche oferecido ao faminto são maneiras de praticar a caridade material.

Haja paciência…

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Paciência

Wellington Balbo – Salvador BA.

Dia desses, parado com o carro esperando abrir o sinal, fiquei distraído e não percebi que a cor havia mudado para verde. Foi questão de uns 5 segundos, mas o suficiente para fazer com que o motorista de trás apertasse sua buzina freneticamente. Calmamente engatei primeira e sai com o carro. Ao passar por mim fez um sinal indecoroso e, pude ler em seus lábios uma nada amistosa homenagem à minha progenitora que, certamente, ele não conheceu, pois desencarnou há mais de 15 anos.

Mas o fato colocou-me a pensar em como estamos sempre com pressa, talvez no contrafluxo do universo. Estamos contra o fluxo do universo porque toda a mensagem que nos é enviada pede para termos mais calma ou, melhor dizendo, para treinarmos a paciência.

O objetivo do Espiritismo não é produzir cartas psicografadas.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

psicografia

Wellington Balbo – Salvador BA

Considero perfeitamente natural a busca por mensagens dos entes queridos que nos precederam  na grande viagem de retorno ao mundos dos Espíritos. Quem ama quer saber como, onde e com quem está.

E como a interação entre as vidas, a de lá e a de cá é constante, claro que se torna possível, por via mediúnica, a comunicação com nossos entes queridos.

Portanto, basta que algum afeto desencarne para as buscas por notícias tornarem-se objeto de cogitação por parte dos profitentes das mais diversas religiões.

Normal que procurem o centro espírita, afinal, somos nós os defensores e divulgadores da imortalidade da alma.

Mesmo pessoas mais intransigentes acabam, não raro, curvando-se quando experimentam a dor da morte em suas famílias e vão ao centro.

Espíritas, o que fazer primeiro: acolher ou instruir?

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Atendimento

Wellington Balbo – Salvador BA

Meu pai trabalhou por 20 anos como bancário, transferências constantes, o que levou nossa família a residir em mais de 10 cidades. Toda mudança uma preocupação:

Como serei acolhido?

Por ter essa experiência de vida sempre fiquei muito preocupado com os chamados novatos. É motivo de angustia o primeiro dia em tudo: seja na aula, no trabalho, numa outra cidade, em instituição espírita ou não.

Pois bem, já não bastavam as mudanças na época de infância e adolescência e eis que, já com certa idade, mudo de Bauru SP para Salvador BA.

Entretanto, dei sorte e fui bem recebido e acolhido pelos baianos. No início, algumas dificuldades, mas depois engrenou. Uma coisa é você ir numa terra como turista, outra coisa é vir a trabalho.

Poliamor, o que diz o Espiritismo.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Corações

Wellington Balbo – Salvador BA.

Conversava com um amigo ainda pouco e falávamos sobre a questão do poliamor que anda em voga. O poliamor é quando você mantém relacionamento íntimo com duas ou mais pessoas de modo consensual, transparente, ético e não monogâmico.

Os defensores da ideia dizem que o poliamor não é apenas um relacionamento aberto, que permite a um parceiro envolver-se sexualmente com outra pessoa fora do quadrado da relação, mas, sim, algo mais amplo e que abrange ligações emocionais mais fortes e duradouras com duas ou mais pessoas.

Há muitos países em que os indivíduos já adotam o poliamor, tais como: Estados Unidos, Reino Unido e, também, o Brasil. Aliás, em nossas terras já há até jurisprudência que reconhece o poliamor como relação amorosa.

A felicidade a que se pode sonhar neste mundo.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Felicidade

Wellington Balbo – Salvador BA

 Artigo originalmente publicado pelo jornal Momento Espírita, do Centro Espírita Amor e Caridade – Bauru SP.

A felicidade é tema que vem sendo debatido desde que o mundo é mundo. Aspiração de todos, conquista de poucos.

Enfim, é possível ser feliz sempre, ou a felicidade é momentânea aqui na Terra?

Para a pergunta acima encontra-se resposta no Espiritismo que explica ser, ao menos na Terra, impossível desfrutar de uma felicidade absoluta, haja vista que a vida foi dada ao homem como prova e expiação, contudo, depende dele abrandar seus males e, então, ser feliz tanto quanto é possível num mundo que pertence a hierarquia mencionada acima.

Informam os Espíritos ainda que é a falta de observância das leis de Deus o fator decisivo para afastá-lo da felicidade neste planeta.

Logo, ao cumprir as leis de Deus, o homem, certamente, encontrará a felicidade. Portanto, toda infelicidade, ou todo momento infeliz tem, em sua essência, o não cumprimento das leis do Eterno.

E quais são essas leis que o homem deve cumprir para ser feliz?

Entre início e final havia o caminho…

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Caminho

Wellington Balbo – Salvador BA

Há, e bem comum, uma curiosidade das pessoas sobre o início ou final de determinadas situações.

Comumente, pergunta-se: como foi o início do namoro? E, conforme você responde percebe no outro o olhar de admiração. O mesmo se dá quando se fala em final. Como foi que ele morreu? E você responde: desastre aéreo! E logo surge o interesse pelo final. Pipocam perguntas do tipo: Onde o avião caiu? Morreram todos? Ah, coitado…

No caso do final o interesse ainda é maior. Tenho um amigo que, ansioso, costuma ler a última página do livro. Ele quer sempre saber o final sem, entretanto, degustar o miolo. Um ansioso de galocha. Um outro amigo permite que você conte todo o filme pra ele, mas não caia na bobagem de falar o final. Não, definitivamente o final ele mesmo quer assistir, apreciar e, quem sabe, chorar… Quanto ao resto, o meio do filme? Dane-se! O que importa para ele é o final.

Aulas de concentração nos centros espíritas. Quê tal?

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Concentração

 

Wellington Balbo – Salvador BA.

Outro dia, em conversa com o grupo mediúnico do qual faço parte, escutei dos colegas:

– Temos muita dificuldade de concentração, nossos pensamentos voam, viajam a qualquer ruído, estímulo ou interferência, seja deste ou do outro plano.

Nada diferente do que comentavam alguns expectadores, após as palestras:

– Estava tudo muito bom, mas no meio da apresentação perdi o foco, meu pensamento perdeu-se…

Novas enfermidades, vícios antigos…

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Doenças

Wellington Balbo – Salvador BA.

Atualmente vive-se o surgimento de novas doenças em uma velocidade espantosa. Zika vírus, chikungunya e outros males preocupam a sociedade. Alguns estudos apontam que o zika vírus tem relação com a microcefalia, o que deixa muitos pais atônitos com a possibilidade de que seus rebentos venham a nascer portadores do mal acima citado.

Recentemente um colega, grávido de trigêmeos, lotou as prateleiras de sua casa com repelentes para evitar que a esposa corresse o perigo de ser picada pelo mosquito aedes aegypt, transmissor do zika. Pernas pra que te quero e repelente no corpo, disse ele. Fato é que as novidades, seja em qualquer campo, causam curiosidade e, a priori, assustam, principalmente as novidades que dizem respeito à saúde do corpo, algo que todos prezam tanto.

Pais, professores, coordenadores de Centro Espírita: os velhos culpados!

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Sala

Wellington Balbo – Salvador BA

Recordo-me que na época em que dava aulas de Matemática, escutava de meus alunos:

– Não gosto de Matemática.

Eu respondia:

– Meu filho, gostar ou não de uma coisa importa pouco, ou nem deveria importar, pois na vida a gente não faz tudo aquilo que gosta ou que quer. Aprenda isso para evitar frustrações adiante.

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