Os amores, os afetos, nunca se perdem

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

ORFANATO

Orson Peter Carrara

 Novamente trago ao leitor a indicação de um bom filme. É o filme O orfanato. Misturando drama e suspense, mas com uma mensagem embutida muito emocionante. A sinopse do filme indica: Laura (Belén Rueda) passou os anos mais felizes de sua vida em um orfanato, onde recebeu os cuidados de uma equipe e de outros companheiros órfãos, a quem considerava como se fossem seus irmãos e irmãs verdadeiros. Agora, 30 anos depois, ela retornou ao local com seu marido Carlos (Fernando Cayo) e seu filho Simón (Roger Príncep), de 7 anos. Ela deseja restaurar e reabrir o orfanato, que está abandonado há vários anos. O local logo desperta a imaginação de Simón, que passa a criar contos fantásticos. Entretanto à medida que os contos ficam mais estranhos Laura começa a desconfiar que há algo à espreita na casa.

Com uma hora e quarenta minutos, a produção exalta a imortalidade da alma e a permanência do amor entre os seres. Apesar dos exageros próprios, é interessante pensar na mensagem final do filme, que em alguns pontos assemelha-se a outra produção no mesmo gênero: Os Outros.

AGRADAR

por Valdenir em . Publicado em Mensagens - Emmanuel.

Evangelização

Pelo Espírito Emmanuel.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Harmonização. Lição nº 15. Página 80.

 “Portanto, cada um de nós agrade ao seu próximo no que é bom para edificações”. Paulo – Romanos: 15:2.

 

O choque desnecessário, por motivos de fé religiosa, é dos fenômenos mais desagradáveis no caminho dos seres espiritualizados.

O fanatismo dogmático sempre ordena atitudes rígidas de intransigência, determinando doutrinações insípidas, onde o amor renova com leveza e bondade. Enquanto o primeiro condena asperamente, o segundo conta uma experiência educativa sem ferir a ninguém.

Os discípulos precisam evitar semelhantes perigos. Há companheiros agastados, quando a conversação da maioria tende à política, a distrações justas, ao esporte.

Porque não comentar, igualmente, revelando as possibilidades edificantes dos encargos públicos, enriquecendo o sentido das distrações e recreios, destacando a obra de melhoria física e confraternização que os esportes devem suscitar?

Amanhã eu faço!

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

PREGUIÇA

Orson Peter Carrara

 Ele mesmo declarou que sua maior imperfeição moral era a preguiça. Ao final da existência, lamentou-se do péssimo hábito de tudo deixar para amanhã. Não levava adiante as providências em andamento, preferia adiar compromissos, sempre se atrasava em tudo e não percebia que seus atrasos prejudicavam terceiros, traziam aflições a quem dele dependia e que o maior lesionado de suas atitudes negligentes era ele mesmo.

Chamava-se João e o “amanhã” foi acrescentado como apelido. Ficou conhecido, pois, com o nome de João Amanhã. Todos conheciam aquele homem que sempre apresentava desculpas, muitas delas bem esfarrapadas, para justificar atrasos ou não cumprimento dos mais elementares deveres, o que trouxe muito sofrimento para seus pais, durante toda a vida. Na verdade, porém, os pais foram os maiores responsáveis pelo adulto negligente, pois não o corrigiram na infância, concordando com sua costumeira indolência.

CORDIALMENTE

por Valdenir em . Publicado em Crônicas - Humberto Campos.

Trabalhador

Pelo Espírito Irmão X (Humberto de Campos).

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Histórias e Anotações. Lição nº 20. Página 123.

 E se você perdoasse?

Declara-se aflito e exausto. Aproximou-se do Espiritismo, como quem busca a fonte de águas vivas. Deslumbrado, feliz, você saciou a sede de conhecimento e consolação. Sentiu a grandeza da vida que se estende, sublime, além da morte, e passou a cooperar a fim de que outros recebessem a mesma dádiva.

Entretanto, alega a impossibilidade de ajustar-se às demais peças da máquina de serviço. Assevera, contrafeito, haver encontrado na organização doutrinária a inconsciência, a insensatez, a desconfiança e a maldade. Afirma que os irmãos não vibram no mesmo ritmo de fraternidade com que seu coração vai marcando as horas renovadoras.

Diminuta semente

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Mostarda

Orson Peter Carrara

 Em visita em indústria alimentícia, deparei-me com o grão de mostarda. Pequenino grão, diminuta semente, no entanto comparada por Jesus para falar sobre a força da fé.

Ao ter o diminuto grão na palma da mão, lembrei-me dos ensinos do Mestre da Humanidade e emocionei-me com as lições profundas e sábias daquele que é a Luz do Mundo! Somente sua imensa sabedoria poderia mesmo fazer referida comparação.

Ele afirmou que se tivermos fé do tamanho do grão de mostarda somos capazes de remover os obstáculos da vida nas montanhas do orgulho, da vaidade, do ciúme e de tantas imperfeições que todos trazemos. Mas também o mesmo pequenino grão se existente daquele tamanho no coração como inspiração para a iniciativa e a perseverança, comparado para dizer da força da fé, é capaz de superar as lutas, as enfermidades e manter serenidade e confiança no amparo que nunca falta para estarmos com a cabeça erguida e prosseguindo nossos projetos de aperfeiçoamento.

O mesmo grão, utilizado por Jesus para falar da força moral de levantar-se diante da adversidade, vale igualmente para os projetos de realização e iniciativa pessoal ou coletiva. A fé é aquele elemento vital para as realizações em todas as áreas, não apenas moral. Sim, porque quem tem fé movimenta forças à sua volta e faz acontecer os projetos que alimenta antes no ideal e na mente.

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