Textos do autor

Schopenhauer e Kardec.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Arthur Schopenhauer

Wellington Balbo – Salvador BA

Artigo reproduzido pelo jornal Momento Espírita, do CEAC Bauru SP.

Gosto muito do filósofo alemão Schopenhauer (1788 – 1860). Ele é direto, objetivo e sem firulas. Um pensador vigoroso e profundo. Na coletânea – a Arte de escrever –  com textos do filósofo pessimista, há interessantes ideias bem traçadas pelo alemão.

Para Schopenhauer é a vontade o motor do mundo. E o homem está sempre refém das suas vontades, desde as mais simples até as mais sofisticadas.

Saciada uma vontade, logo vem o tédio e, por consequência, o desenho de uma nova vontade. Sendo a vontade o móvel principal da ação humana, está escrita uma ciranda: vontade, busca para saciá-la, saciedade e desenho de uma nova vontade, numa insatisfação eterna.

Portanto, para Schopenhauer, viver é sofrer, pois a satisfação nunca chega e as vontades jamais cessam.

Mas não é este o aspecto da literatura de Schopenhauer que queremos exaltar. Há coisas, digamos, mais “pra frentex” que ele escreveu.

Cenário de conflitos

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Conflitos

 Orson Peter Carrara

Há um paradoxo na vida humana. Habitando um planeta lindo, de paisagens exuberantes, desfrutando de benefícios imensos como a água, o ar e a chuva, a beleza incomparável da fauna e flora variadíssima, e mesmo com toda tecnologia que já conquistamos, ainda vivemos um cenário de conflitos. Dominado pela avareza, a ganância, as intrigas e seus desdobramentos.

Mesmo com o canto dos pássaros, o sorriso das crianças, as artes que nos encantam e todas as possibilidades ao nosso alcance pelos sentidos, e repito, com todo o conforto trazido pelos avanços da ciência em todos os ramos do conhecimento e pesquisa, ainda vivemos os bastidores da calúnia, do crime, da hipocrisia, dos desrespeitos variados que aí estão, sem qualquer necessidade de citá-los, pois que muito conhecidos e vividos em abundância.

Sem se iludir

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Ilusão

Orson Peter Carrara

Para todos nós que buscamos periodicamente os recursos dos tratamentos espirituais, em qualquer crença – na forma de entender e praticar de cada um, o que naturalmente deve ser profundamente respeitado –, é preciso entender que há um detalhe fundamental na questão: os recursos existem, são reais, podem até curar, mas necessitam da ativa participação do paciente, especialmente por meio da vontade, do querer, do esforço por melhorar-se.

Sejam benzimentos, passes ou outros recursos, a participação do beneficiado é decisiva.

Vejamos, por exemplo, os passes – prática comum nos centros espíritas – normalmente buscado por muitas pessoas.

Passe é terapia de superfície, alívio momentâneo e até duradouro, mas não definitivo. Pode até curar, pode ou não atingir as causas, pois em muitos casos de fé positiva e merecimento consiga operar curas de enfermidades graves.

Tatuagens

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Tatuagem

 

Wellington Balbo – SAlvador/BA

Dúvidas sobre tatuagem. Podemos fazê-las? Como funciona no mundo dos Espíritos?

Faz algum tempo que recebi, por e-mail, uma dúvida provinda de uma frequentadora de um dos centros espíritas da capital baiana. Dúvida, aliás, sobre um tema que ainda gera um bocado de controvérsias não apenas no movimento espírita mas, também, no seio de outras religiões.

E este tema é tatuagem.

Fazer ou não fazer, eis a questão.

Nas armadilhas da própria vaidade

por Valdenir em . Publicado em Orson Peter Carrara.

Armadilha

Orson Peter Carrara

A amiga Daniela Antunes, de Bauru (SP), localizou a pérola abaixo que coloco à apreciação dos leitores. Ela está na lucidez e coerência do grande pensador espírita J. Herculano Pires. A transcrição é parcial e está no final da Apresentação feita por Herculano na 21ª. edição (outubro de 2003) do livro A Gênese, de Kardec, com tradução de Victor T. Pacheco, na edição da LAKE.  A citada apresentação, assinada por Herculano, está com o título Notícia sobre o livro – A revelação do mundo, e no final com o subtítulo Evolução do Espiritismo encontramos essa preciosidade de raciocínio e advertência (datado de outubro de 1977), que deve merecer nossa máxima atenção, até para efeito de uma autoanálise do que estamos vivendo e fazendo com o Espiritismo:

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