Richard Simonetti de Bauru!

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

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Wellington Balbo

Dias atrás Bauru “perdeu” o seu maior escritor, Richard Simonetti que partiu alguns dias antes de completar 83 anos. Pouca gente foi tão ativa na divulgação do nome de Bauru como Richard.

Nas viagens que realizo em palestras espíritas, quando me recebem, os anfitriões perguntam:

Vem de onde, rapaz? Venho de Bauru. Então, eles completam: Ah, Bauru, terra de Richard Simonetti. Recentemente estive na cidade de Lisboa e arredores em eventos espíritas e, num dos locais, em Algés, eis que vejo uma estante apenas com livros de Richard Simonetti. Lá estava Bauru, do outro lado do Atlântico, representada pelo escritor que já teve muitas de suas mais de 60 obras traduzidas para diversos idiomas. Um autêntico divulgador de nossa cidade e, melhor, de forma positiva.

Militantes político partidários, deixem o espiritismo em paz.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

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Wellington Balbo – Salvador BA

 É muito natural, dentro do contexto que estamos vivendo em questões políticas, que o brasileiro e, claro, o espírita, debata, discuta e argumente em favor do seu candidato ou partido político.

Faz parte do jogo democrático toda discussão saudável, que não extrapole os limites do respeito ao outro. Mas, se o espírita pode e deve exercer o seu direito de cidadão, ele deve, também, guardar respeito ao espiritismo no que concerne ao tema político partidário.

Se pode debater, argumentar, defender seu candidato, deve fazê-lo longe das lides espíritas, porque o espiritismo não se vincula a questões político partidárias. Também está fora do campo de ação do espiritismo informar se quem vota no candidato A é bom ou mau caráter, ou se quem defende o partido B tem o nível moral elevado. Aliás, são as ações e não a escolha do candidato que dirá se alguém é ou não um indivíduo moralizado.

O que devemos, nós, esperar diante da vida?

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

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Wellington Balbo

É muito comum considerarmos que por ocuparmos esta ou aquela posição, fazer parte desta ou daquela família, religião, país, ou estar nesta ou naquela condição devemos experimentar algum “privilégio” na passagem por este mundo.

Um favor dos “céus” aqui, uma “facilitada” “acolá” ou, quem sabe, uma “carteirada” da espiritualidade para que sejamos beneficiados de alguma forma. Afinal, merecemos, praticamos o bem, passamos um tempo na igreja, centro, templo e, segundo nossa visão, ficamos quites com o Pai do Céu, o que nos possibilitaria alguns benefícios extraordinários.

Quando não somos atendidos, frequentemente exclamamos: Nossa! Mas eu fiz tanta coisa, ajudei tanta gente e recebo isto da vida?

E fulano, então? Ótima pessoa, vejam o que ocorreu com ele! Ah, dizem alguns, vida ingrata.

Benefícios da água magnetizada na melhora da qualidade de vida.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Agua

Wellington Balbo – Salvador BA

A água, elemento formado por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio é fundamental para a existência da vida na Terra. Cerca de 75 a 85% da estrutura dos seres vivos é composta por água, de modo que, apenas esta simples observação oferece uma visão ainda pálida da importância desta substância para todos. Desnecessário, portanto, discorrer aqui em torno de pormenores pertinentes a água. O espaço será utilizado para a abordagem da água como ferramenta de cura, alívio de dores físicas e promoção de uma melhor qualidade de vida aos encarnados.

Vale lembrar que Allan Kardec interessava-se pelas curas espirituais e pelas terapias alternativas oferecidas pelos Espíritos. Trago, aqui, interessante tema tratado por Allan Kardec na Revista Espírita, mês de novembro, 1862. O título do texto é “Remédio dado pelos Espíritos”. Nele, Kardec narra o caso da Srta. Dufaux que estava com complicado problema nas pernas. Ao perguntar ao guia espiritual sobre o caso, o invisível informou que a cura estaria ao passar a pomada que o tio da Srta. Dufaux, já desencarnado, utilizava em ferimentos. A receita, pois, havia se perdido, mas o guia ditou os ingredientes para a médium. Ela utilizou e teve sua perna curada. Outros indivíduos também utilizaram e receberam a cura por meio da pomada. Vale lembrar que Kardec recomenda a utilização, pois a pomada nada tem de ofensiva, sendo composta apenas por ervas e plantas. Mais uma prova de que os Espíritos interessam-se, genuinamente, pela melhora física dos homens e, quando possível, oferecem concursos diretos para recuperação e, consequentemente, melhora na qualidade de vida das pessoas.

Pretos velhos e caboclos nos centros espíritas.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

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Wellington Balbo – Salvador BA.

 Inicio este texto com algo que escrevi há um tempo no facebook.

Outro dia vi o Zé falando uma grande verdade… Ninguém deu bola… Então, trocaram o nome e colocaram: Barão Von Sternove como autor da frase do Zé, daí todos compartilharam… Tornou-se verdade, citação aclamada pelo mundo, afinal fora dita por uma celebridade…

A identidade dos Espíritos é um tema que, desde sempre, chama atenção por diversas razões. Quando uma comunicação é dada para o médium por personalidades da história, nomes consagrados e com grande clamor, em geral são bem recebidas. Parece que a assinatura das comunicações por alguma personalidade conhecida causa um certo frisson e dá credibilidade.

O que as pessoas não gostam de ouvir quando um afeto “morre”.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Casal

Wellington Balbo – Salvador BA.

 Faz algum tempo que trabalho no tema referente a morte de entes queridos e como podemos/devemos lidar com esta “perda”. Embora o espírita saiba que a vida prossegue além túmulo, impossível não ficar triste com a perda da convivência com o ente que se foi e a preocupação com o seu estado de ânimo do outro lado da vida, se estará bem, tranquilo, em paz. Tentar ocultar esta ideia da tristeza é, ao menos em meu entendimento, um grave equívoco. A fé na imortalidade da alma não elimina a tristeza pela partida de nosso afeto. Esta fé, ou melhor, esta certeza na sobrevivência da alma ameniza a dor, mas, jamais a elimina.

Tive, inclusive, a oportunidade de escrever uma obra – Pérolas devolvidas e publicada pela Editora CEAC, 2015 –  no tocante a este delicado assunto.

Desde então prossigo trabalhando na temática.

O que disse Kardec sobre as polêmicas espíritas.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Revista Espírita

Wellington Balbo

 Polêmicas vez ou outra visitam o cenário espírita. Natural, porquanto Kardec não abordou tudo e apenas levantou o véu do mundo invisível. Muitas coisas ficaram sem respostas e as gerações que sucederam Kardec deveriam dar seguimento à sua obra, vasculhando informações para elucidar mais leis que regem os dois mundos. De tal modo,  temas que na época não foram ventilados por Kardec, entram em pauta e suscitam opiniões das mais diversas e divergentes.

Não raro desentendimentos…

Apometria, colônias espirituais, reuniões públicas abertas ou fechadas… Iríamos longe e poderíamos passar três páginas ou mais citando temas que são motivos de polêmica no seio do movimento espírita.

Mas, como, então, resolver a polêmica? Quem tem razão? Qual o caminho mais seguro a percorrer?

Não obstante a impossibilidade de falar sobre tudo, Kardec deixou um legado quanto ao que se deve fazer no tocante às polêmicas espíritas.

Talismãs, amuletos, o que Kardec diz sobre a força desses objetos?

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

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Wellington Balbo – Salvador BA

Kardec, em sua época era reconhecido pelos seus contemporâneos como autoridade no tocante aos temas das novas descobertas entre a relação dos mundos visível e invisível. Tanto sim que frequentemente buscavam-no a fim de receber sua opinião relacionada aos inúmeros fenômenos além matéria. Foi assim quanto ao poder de objetos, talismãs e adereços. Teriam, eles, poder de descortinar o passado de alguém ou prever o futuro, ou, ainda, atrair os Espíritos? Há, nesses objetos, algo que possa denominá-los, assim na forma vulgar, como objetos mágicos?

Dentre as muitas vezes que Kardec abordou o tema medalhas, símbolos e demais, trago para reflexão um texto que consta na Revista Espírita, novembro de 1858, com o título: Os talismãs – medalha cabalística.

Uma senhora, médium sonâmbula, havia informado que determinada medalha tinha poderes especiais de atrair os Espíritos. Pediram a opinião de Kardec a respeito. Kardec, logo de início, já explica que os Espíritos são atraídos pelo pensamento e não pelo objeto em si.

Análise de um texto da Revista Espírita: Cura moral dos encarnados.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

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Wellington Balbo – Salvador BA

 Com muita frequencia perguntam a razão pela qual um Espírito, quando comparece a uma reunião mediúnica, mesmo sendo considerado “mau”, acolhe com mais facilidade os conselhos para moralizar-se do que quando em seu tempo de encarnado.

Longe da ideia de fechar a questão em tema tão complexo e que traz tantas variáveis, haja vista que cada caso e situação de além túmulo é único. Portanto, trago, aqui, uma reflexão produzida após leitura do texto – “Cura moral dos encarnados” e que está publicado na Revista Espírita, julho de 1865.

Segundo o texto, um rapaz, cego há mais de uma década havia merecido atenção de um espírita que, por meio do magnetimo objetivava curá-lo. Ocorre que o rapaz era ingrato e dava provas de ser um Espírito sem boas noções morais.

São Luís inicia os comentários e informa que para os bons fluidos poderem penetrar é necessário que o indivíduo, vítima da enfermidade, trabalhe para que os maus fluidos que o envolvem sejam dissipados.

Dráuzio Varella e Kardec.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

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Wellington Balbo

 

 

Podemos extrair, se quisermos, lições de absolutamente tudo nesta vida. Lendo o livro, As prisioneiras, de Dráuzio Varella, observo as falas dos detentos quanto aos costumes e cultura das penitenciárias dos anos 1950 e 1960. Dizem eles que as “cadeias” hoje são muito mais tranquilas, no quesito violência, do que outrora. Ou seja, sob o aspecto moral as penitenciárias, em virtude das atitudes dos detentos, progrediram. Talvez você espante-se com tal situação, haja vista que falamos de um presídio e a primeira ideia que nos vem a mente é a de que o progresso visita todos os lugares, menos este por conter pessoas que atuam à margem da sociedade. Interessante é que a fala da detenta bate com o que ensina Kardec em O Livro dos Espíritos sobre a Lei do Progresso.

Deus, sendo a inteligência suprema, faz cumprir sua lei em todos os cantos e recantos do universo, incluindo-se as penitenciárias.

Sim, nós melhoramos, prezado leitor, todos melhoram.

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