Em geral o Espiritismo não trabalha com datas predefinidas para acontecimentos.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Data

Wellington Balbo

 Desde que o mundo é mundo o homem busca, por meio das previsões, antecipar-se aos acontecimentos. Quer saber o que poderá ocorrer-lhe adiante, desvendar o futuro, vasculhar o que ainda não aconteceu, como se a vida fosse um livro já escrito em que ao invés de escrevermos a história vamos apenas abrindo as páginas para ver as tintas que ali já estavam grafadas.

Seríamos, a partir desta ideia, não construtores do nosso destino, mas meros coadjuvantes, indivíduos passivos em face do irremediável Maktub.

Aí estaria a quebra do livre arbítrio e da possibilidade de escolha do homem, tese esta que contraria o bom senso.

Claro que não me refiro aqui as previsões escritas por filósofos, historiadores, economistas ou professores que se arvoram a desenhar possíveis cenários para o mundo baseados em dados e informações do ontem e do hoje.

Ouvir uns aos outros.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Livro Wellington

Wellington Balbo – Salvador BA.

Em razão dos altos índices de suicídio resolvemos, já há alguns anos, estudar mais profundamente o tema. Então, escrevemos, junto com dois amigos, Arlindo e Alfredo, o livro Evite a rota do suicídio, mas não paramos por aí no estudo que aborda a temática, e, após o livro comecei a distribuir um questionário para que aqueles que pensam no autoextermínio respondam, e, então, a partir das respostas, elaborarmos estratégias para, quem sabe, diminuir a dor de quem pensa em suicídio e evitar a extrema atitude.

Uma das perguntas que faço é quanto ao tipo de problema que a pessoa mais tem dificuldade em lidar. Relacionamento amoroso, familiar, problema profissional, financeiro, de saúde ou outros? Qual seria o problema que mais apoquenta e gera intranquilidade à alma humana?

A esmagadora maioria das respostas aponta que o problema mais difícil de lidar é o familiar. Problemas financeiros aparecem atrás do familiar e relacionamento amoroso. Considero ao menos curioso o fato de problema de saúde ter sido pouco citado. Falemos, então, deste agente gerador de sofrimento que são os problemas familiares e que colaboram para que a ideia suicida se faça mais presente na sociedade.

O grave problema do suicídio e sugestão para as casas espíritas.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Suicídio 2

Wellington Balbo – Salvador BA.

Faz algum tempo que me debrucei para estudar o suicídio. Porque ocorre, os pensamentos que transitam pela mente de quem pensa na ideia do suicídio e tantas outras questões sempre me chamaram a atenção, tanto que escrevi, junto com dois amigos, o livro “Evite a rota do suicídio” e lá se vão 10 anos.

Faz aproximadamente 6 meses que retomei as pesquisas sobre o suicídio e, então, apliquei questionários com 10 perguntas para pessoas que já tiveram a ideia do suicídio ou tentaram consumar o ato.

Estou ainda reunindo o material, mas as respostas que obtive permitem, de certa forma, elencar alguns pontos para nossa reflexão.

Um desses pontos é o de que se pode, até para melhor organização de nossos estudos e, também, implantação de ações que coíbam o triste ato, separar em dois grupos aqueles que pensam em suicídio.

Esses dois grupos não são de caráter absoluto e não fecham qualquer questão.

Grupo 1 – os que pensam em suicídio por ocasião de alguma contrariedade, situação difícil, enfim, algo que lhe escape o controle e que pareça sem solução.

Análise de palestras espíritas.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Palestra

Wellington Balbo

Participo de um grupo de estudos do Espiritismo pela internet, grupo, aliás, muito instrutivo. Costumo aprender com os comentários dos estudiosos e, dia desses vi algo, num comentário, que me chamou atenção.

Um componente do grupo pediu a outro participante para analisar determinada palestra espírita que havia sido proferida em sua cidade. Então, após o pedido, a análise foi feita de forma muito tranquila, com argumentos e sem qualquer ofensa a referida palestra ou ao orador.

Mas, eis que uma outra participante do grupo, ao se deparar com a análise da palestra, resolve pedir mais caridade.

Fiquei, então, sem entender. A análise, como disse acima, havia sido feita da forma mais respeitável possível, sem ofensas ou adjetivações.

Onde estaria a falta de caridade?

Eis um desafio: adequar a mensagem espírita ao perfil do público.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Orador

Wellington Balbo – Salvador BA

Faz bom tempo que presenciei interessante fato ocorrido em algum centro espírita deste Brasil. O orador, de muita qualidade, aliás, saiu um tanto quanto triste de sua palestra. Motivo: percebeu que o público não havia assimilado adequadamente sua mensagem. A impressão foi a de que ele havia discursado num outro idioma, bem diferente do português.

Situações assim, em que não há uma comunicação eficaz, são comuns não apenas no universo espírita, mas em muitos outros. Um fator nem sempre observado é o perfil do público a que será destinada a exposição. É preciso observar perfil do público, cultura local, situação econômica da região e tantos outros pontos que criam um elo entre orador e público, de forma a facilitar a assimilação do que se quer transmitir.

Nem só de grana vive o homem…

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Moedas

Wellington Balbo

Recentemente assisti uma entrevista da modelo brasileira Gisele Bündchen, em que ela disse ter sofrido síndrome do pânico. O mais curioso foi o relato de que se sentiu “perdida” porque, de certa forma, pelo seu sucesso faltava um pouco de compaixão alheia.

Mais ou menos assim:

Você é rica, famosa, tem de tudo, portanto, não pode sofrer.

Bem provável que você já tenha visto situações deste nível, em que pessoas com posses materiais falam de suas necessidades, ou fazem qualquer reclamação e alguém saí com uma dessas:

Mas está reclamando de quê? Tem de tudo na vida, deveria agradecer a Deus!”

Richard Simonetti de Bauru!

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

richard-simonetti

Wellington Balbo

Dias atrás Bauru “perdeu” o seu maior escritor, Richard Simonetti que partiu alguns dias antes de completar 83 anos. Pouca gente foi tão ativa na divulgação do nome de Bauru como Richard.

Nas viagens que realizo em palestras espíritas, quando me recebem, os anfitriões perguntam:

Vem de onde, rapaz? Venho de Bauru. Então, eles completam: Ah, Bauru, terra de Richard Simonetti. Recentemente estive na cidade de Lisboa e arredores em eventos espíritas e, num dos locais, em Algés, eis que vejo uma estante apenas com livros de Richard Simonetti. Lá estava Bauru, do outro lado do Atlântico, representada pelo escritor que já teve muitas de suas mais de 60 obras traduzidas para diversos idiomas. Um autêntico divulgador de nossa cidade e, melhor, de forma positiva.

Militantes político partidários, deixem o espiritismo em paz.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

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Wellington Balbo – Salvador BA

 É muito natural, dentro do contexto que estamos vivendo em questões políticas, que o brasileiro e, claro, o espírita, debata, discuta e argumente em favor do seu candidato ou partido político.

Faz parte do jogo democrático toda discussão saudável, que não extrapole os limites do respeito ao outro. Mas, se o espírita pode e deve exercer o seu direito de cidadão, ele deve, também, guardar respeito ao espiritismo no que concerne ao tema político partidário.

Se pode debater, argumentar, defender seu candidato, deve fazê-lo longe das lides espíritas, porque o espiritismo não se vincula a questões político partidárias. Também está fora do campo de ação do espiritismo informar se quem vota no candidato A é bom ou mau caráter, ou se quem defende o partido B tem o nível moral elevado. Aliás, são as ações e não a escolha do candidato que dirá se alguém é ou não um indivíduo moralizado.

O que devemos, nós, esperar diante da vida?

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Chico 3

Wellington Balbo

É muito comum considerarmos que por ocuparmos esta ou aquela posição, fazer parte desta ou daquela família, religião, país, ou estar nesta ou naquela condição devemos experimentar algum “privilégio” na passagem por este mundo.

Um favor dos “céus” aqui, uma “facilitada” “acolá” ou, quem sabe, uma “carteirada” da espiritualidade para que sejamos beneficiados de alguma forma. Afinal, merecemos, praticamos o bem, passamos um tempo na igreja, centro, templo e, segundo nossa visão, ficamos quites com o Pai do Céu, o que nos possibilitaria alguns benefícios extraordinários.

Quando não somos atendidos, frequentemente exclamamos: Nossa! Mas eu fiz tanta coisa, ajudei tanta gente e recebo isto da vida?

E fulano, então? Ótima pessoa, vejam o que ocorreu com ele! Ah, dizem alguns, vida ingrata.

Benefícios da água magnetizada na melhora da qualidade de vida.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Agua

Wellington Balbo – Salvador BA

A água, elemento formado por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio é fundamental para a existência da vida na Terra. Cerca de 75 a 85% da estrutura dos seres vivos é composta por água, de modo que, apenas esta simples observação oferece uma visão ainda pálida da importância desta substância para todos. Desnecessário, portanto, discorrer aqui em torno de pormenores pertinentes a água. O espaço será utilizado para a abordagem da água como ferramenta de cura, alívio de dores físicas e promoção de uma melhor qualidade de vida aos encarnados.

Vale lembrar que Allan Kardec interessava-se pelas curas espirituais e pelas terapias alternativas oferecidas pelos Espíritos. Trago, aqui, interessante tema tratado por Allan Kardec na Revista Espírita, mês de novembro, 1862. O título do texto é “Remédio dado pelos Espíritos”. Nele, Kardec narra o caso da Srta. Dufaux que estava com complicado problema nas pernas. Ao perguntar ao guia espiritual sobre o caso, o invisível informou que a cura estaria ao passar a pomada que o tio da Srta. Dufaux, já desencarnado, utilizava em ferimentos. A receita, pois, havia se perdido, mas o guia ditou os ingredientes para a médium. Ela utilizou e teve sua perna curada. Outros indivíduos também utilizaram e receberam a cura por meio da pomada. Vale lembrar que Kardec recomenda a utilização, pois a pomada nada tem de ofensiva, sendo composta apenas por ervas e plantas. Mais uma prova de que os Espíritos interessam-se, genuinamente, pela melhora física dos homens e, quando possível, oferecem concursos diretos para recuperação e, consequentemente, melhora na qualidade de vida das pessoas.

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