Até Kardec teve de obedecer a Lei.

por Fabiola em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

5698c-images-tribunalWellington Balbo – Salvador BA.

Em uma escola que lecionei, a regra era clara: após o intervalo aluno não poderia ir ao banheiro. Meu coração mole, porém, consentia a ida ao toalete desde que estivesse muito apertado.

Óbvio que “todos” estavam apertados para sair da sala de aula.

Aquela flexibilidade em deixar quem estava “necessitado” sair colocou-me em maus lençóis, porquanto eu permitia a ida de uns e barrava outros, ocorrendo em flagrante injustiça.

E vinham as cobranças:

Eu era feliz e não sabia.

por Fabiola em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

ar-784x400-autoconhecimento-chrisallmeida-020812Wellington Balbo – Salvador BA

Quantas vezes você falou ou escutou a frase acima? Com certeza será impossível contar tamanha a quantidade.

Perceba que na frase “Era feliz e não sabia” só se constata a felicidade posteriormente. Bem provável que na época em questão as reclamações eram constantes e a frase também fora proferida a evocar um tempo pretérito.

O que demonstra estarmos no presente vivendo o passado.

Será útil sabermos quem fomos e o que fizemos em outras vidas?

por Fabiola em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

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Um dos tópicos que mais chamam o interesse do público quando se fala em reencarnação é a possibilidade de saber quem foi quem em existência pregressa, ou, ainda, identificar algumas experiências vividas no passado com os nossos entes da atualidade.

Natural a curiosidade da esposa que quer saber quem foi e o que representou em sua vida pregressa seu atual marido, ou mesmo a mãe que tem muitas afinidades com os filhos e quer saber de onde vem todo esse bem querer.

Selfies Felizes

por Fabiola em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

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A pressão social para que todos tenham sucesso e sejam felizes o tempo inteiro está produzindo um mundo maluco.

O povo fica vendo esses “selfies” da vida, tirados em meio a sorrisos, amigos e momentos bacanas e pensa: “Puxa, só minha vida que é chata e sem graça”.

Mas, sinceramente, essa felicidade é muito mais por pressão social do que algo verdadeiro, que espuma do fundo da alma.

Os que foram para o lado de lá e voltaram para contar…

por Fabiola em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

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A médica suíça Elisabeth Kübler Ross (08 de julho de 1926 – 24 de agosto de 2004), passou décadas ao lado de pacientes em estado terminal. Sua experiência a fez escrever o livro “Sobre a morte e o processo de morrer”, em que apresenta o modelo de Kübler Ross a informar familiares e amigos de doentes terminais na melhor maneira de conviver com a situação.

A pesquisadora estudou mais de 20.000 casos de EQM – Experiência de quase morte – e verificou que todos tinham um ponto em comum: aqueles indivíduos que foram e depararam-se com o outro lado da vida não queriam voltar para o lado de cá.  Relataram sobre o sentimento de liberdade e plenitude que experimentaram ao não estarem carregando o pesado corpo de carne.

O que você procura indo ao centro espírita?

por Fabiola em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

imagemWellington Balbo –Salvador BA

Ao observar o vai e vem de pessoas pelas dependências dos centros espíritas aos quais visitava, colocava minha mente para trabalhar e imaginava:

Qual seria, realmente, o anseio desta pessoa ao procurar o centro espírita?

Será tão somente a busca pela cura do mal ou o problema que a aflige? Será que o objetivo é por encontrar uma razão para viver? Será a curiosidade por notícias dos afetos que já partiram deste mundo?

As cinco fases de compreensão da morte.

por Fabiola em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

grd-centro_espirita_harmoniaWellington Balbo – Salvador BA

Escrever sobre a morte é dádiva divina. Dádiva porque a morte não necessita ser encarada como algo ruim na vida. E foi justamente isto que quis passar ao escrever a obra “Pérolas Devolvidas”. A morte pode ser vista de forma carinhosa, terna, e podemos aprender muito com a partida de nossos amores, ou até mesmo quando enfrentarmos a situação de despedida eminente.

O complicado é que vemos na morte a destruição, o final, o nunca mais. Entretanto, com as lições da reencarnação ensinadas pelo Espiritismo passamos a enxergar a morte de forma natural, como um momento que todos passaremos. Porém, precisamos entender que a natureza não dá saltos, e passar por alguns estágios é fundamental para a plena compreensão do tema morte, seja a nossa ou de nossos afetos.

O remédio para nossas dores de cabeça.

por Fabiola em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

pensamentoWellington Balbo – Salvador BA.

Por muitos anos sofri com fortes dores de cabeça. Para saná-las ingeria um analgésico. Pronto, resolvido! Entretanto, as dores repetiam-se; duas, três vezes na semana… E dá-lhe analgésicos!

Um dia, cansado disso tudo, decidi ir ao médico. O discípulo de Hipócrates descobriu a causa: hipertensão arterial.

Passei, então, a ingerir o remédio da pressão e nunca mais fui acometido pelas dores de cabeça.

Com certa frequencia observo pessoas a chegar ao centro espírita com reclamações de variados males físicos e psíquicos.

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