O fracasso das relações está no excesso de perdão.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Perdoar

 

 Wellington Balbo – Salvador BA

 Trabalho a algum tempo no atendimento fraterno de um centro espírita em Salvador e observo que um dos grandes desafios do ser humano é perdoar.

Pessoas chegam ao centro espírita acabrunhadas, irritadas, magoadas e até mesmo com ódio em seus corações.

E o mais grave: o objeto desses nefastos sentimentos são as pessoas mais próximas: pai, mãe, marido, esposa, irmão, primo, chefe, colega de trabalho…

Bom, de fato perdoar não é tarefa fácil.

Conviver com os diferentes é moleza…

por Fabiola em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

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Vivemos em uma época em que a aceitação pelo diferente é muito difundida. Campanhas contra o preconceito ganham espaço e com justiça tenta-se estabelecer a relação de igualdade entre os seres humanos.

Se fizermos uma viagem que nem precisa ser muito longa, mas que nos desembarca no século XIX constataremos como as coisas no quesito igualdade avançaram.

Ingratidão dos filhos. Como superar?

por Fabiola em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

ingratido-filhos-311hwzqc7zhzfdv5dskjkaWellington Balbo – Salvador BA.

Dia desses recebi email de uma mãe alegando sofrer demais com a ingratidão do filho. Estava ela numa cadeira de rodas, com o pé quebrado, e o rapaz, forte e saudável, recusou-se a ajudá-la. Naturalmente que, como mãe e ser humano que é, ficou chateada a indagar:

     Que fiz eu, meu Deus, para merecer filho tão ingrato, que em nada ajuda a mãe, mesmo quando ela necessita?

Nós precisamos do centro espírita, não o contrário…

por Fabiola em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

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O título acima é um tema que costumo abordar em palestras.

Ontem vi na porta de um centro espírita em que compareci a seguinte frase:

– O Centro Espírita precisa de sua ajuda!

Coloquei-me a pensar:

O centro espírita precisa de nós, ou nós precisamos do centro espírita?

Será que o centro espírita precisa, realmente, de nós?

Acredito que somos nós que necessitamos do centro espírita.

Logo, penso que a frase: “O centro espírita precisa de sua ajuda” está incorreta.

Quando o presidente do centro espírita recebeu passe…

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Passe

Wellington Balbo – Salvador – BA.

 “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”. (São Mateus, V: 3)    

 Percebo que o conhecimento intelectual de determinada ciência coloca-nos, não raro, numa sinuca de bico. Se por um lado liberta-nos, porque conhecer é libertar-se da ignorância, por outro lado aprisiona numa espécie de responsabilidades em ter de dominar tudo daquela área, ao menos é assim que muitos pensam e, também, como pensa a sociedade, pois cobra demais do indivíduo.

O que nos ensina a crise?

por Fabiola em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

Artigo originalmente publicado no Jornal Momento Espírita, do Centro Espírita Amor e Caridade, Bauru SP.

Wellington Balbo – Salvador BA

A crise econômica em nosso Brasil, assunto que a todos os instantes consta na pauta da imprensa, e do qual não se pode furtar, porquanto influencia diretamente em nossa vida, não é tema novo.

O século XX, por exemplo, produziu algumas crises econômicas. Na chamada Grande Depressão, no ano de 1.929, muitos bancos e empresas estadunideneses foram à falência. Ocorre que na época da Primeira Guerra Mundial os Estados Unidos exportavam muitos produtos à Europa. Contudo, conforme a reabilitação dos países europeus as exportações foram cessando, o que causou forte impacto na economia do país. Esta crise produziu um grande número de suicídios. Aliás, as crises econômicas de forma geral trazem o desespero ao homem imediatista, e este vê no suicídio a porta de saída para seus problemas. Ledo engano.

A rejeição dói, mas não é o fim do mundo.

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

precipícioWellington Balbo – Salvador BA

Quando escrevia o livro Evite a rota do suicídio, no trabalho de pesquisa, constatei que muita gente sai pela porta dos fundos da existência, consumando o triste ato do suicídio, porque teve seu afeto rejeitado.

Casamentos, namoros, relacionamentos de décadas findam-se e há pessoas que não conseguem lidar com o término. Muitas desesperam-se porque depositaram todas as suas esperanças no outro e viveram em função dele.

Por que o espírita tem tanto medo da vaidade?

por Valdenir em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

VaidadeWellington Balbo – Salvador BA

Venho há algum tempo refletindo nosso Movimento Espírita, nossos dirigentes, nossas tendências. Naturalmente que jamais levantarei nomes, que jamais irei expor a imagem de A, B ou C, entretanto, um ponto se faz necessário cuidarmos com interesse: nosso imenso pudor em aparecer, nosso extremo medo da vaidade, que, na minha forma de enxergar a questão está entravando o progresso da divulgação do Espiritismo.

Veja, isto é apenas a minha opinião, sem fechar questão, sem encerrar o assunto, peço a reflexão de todos.

Uma sociedade imersa na fascinação.

por Fabiola em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

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Em O livro dos Médiuns, cap. 23, Allan Kardec informa sobre um dos níveis de obsessão que é a fascinação. O indivíduo fascinado crê em absolutamente tudo que vem dos Espíritos, mesmo as ideias mais malucas. Uma das características do indivíduo fascinado é a perda do senso crítico. Não há mais análise do exposto pelos Espíritos e as teses mais estapafúrdias são aceitas sem pestanejar.

Pois bem, a fascinação pode, também, ocorrer de encarnado para encarnado.

Quando um encarnado solta suas idéias e uma grande parte das pessoas acredita, sem qualquer reflexão, eis a fascinação a produzir insensatos e indivíduos comprometidos com apenas uma cor: preto ou branco, pois para eles não existe o cinza, não existem combinações. São do tipo certo ou errado e ponto final.

Acessibilidade, um desafio para os espíritas em 2016.

por Fabiola em . Publicado em Cotidiano - Wellington Balbo.

acessibilidadeWellington Balbo – Salvador BA.

Este é um tema que venho falando de forma recorrente. Tive a oportunidade de abordá-lo em outras ocasiões, porém, como considero o assunto muito importante, trago novamente para nossa reflexão.

Ontem, 27/12/2015, compareci para proferir palestra numa casa espírita em que o auditório localiza-se na parte de cima da construção, haja vista que é um sobrado.

Muita dificuldade de algumas pessoas para chegarem ao salão. Alguns idosos, outros portadores de necessidades especiais. Senhoras e senhores obesos apresentaram muita fadiga após subirem as escadas. A Casa Espírita em questão é organizada, seus dirigentes atenciosos e fraternos, mas há este inconveniente da falta de acessibilidade.

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